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    enobrecesses-tos

    almoxarife | n. m.

    Indivíduo responsável por almoxarifado....


    enobrecedor | adj. n. m.

    Que, aquele ou aquilo que enobrece....


    gentrificar | v. tr. | v. tr. e pron.

    Tornar nobre....


    honrar | v. tr. e pron. | v. tr. | v. pron.

    Fazer sentir ou sentir-se lisonjeado; provocar ou sentir orgulho ou honra (ex.: esta distinção honra-me muito; honramo-nos deste legado)....


    nobrecer | v. tr.

    O mesmo que enobrecer....


    aviltar | v. tr. e pron. | v. tr.

    Tornar(-se) vil, desprezível....


    envilecer | v. tr., intr. e pron.

    Tornar ou tornar-se vil ou desprezível....


    elevar | v. tr. | v. pron.

    Pôr mais alto....


    enobrecer | v. tr. e pron. | v. tr.

    Tornar ou ficar nobre....


    nobilitar | v. tr. e pron.

    Tornar ou ficar nobre; dar ou receber título ou privilégio de nobreza....


    nobilizar | v. tr. e pron.

    Tornar ou ficar nobre; dar ou receber título ou privilégio de nobreza....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?