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    engraxai-tas

    engraxadoria | n. f.

    Lugar ou estabelecimento onde se engraxa calçado....


    manteiga | n. f.

    Laticínio obtido a partir da nata do leite batida....


    graxa | n. f. | n. m.

    Composição à base de cera que serve para conservar e dar lustro ao calçado e a outros objetos....


    limpa-botas | n. m. 2 núm.

    Pessoa que engraxa calçado....


    engraxate | n. m.

    Pessoa que tem como profissão engraxar sapatos....


    engraxataria | n. f.

    Estabelecimento onde se engraxam sapatos ou outros objetos de couro....


    engraxateria | n. f.

    Estabelecimento onde se engraxam sapatos ou outros objetos de couro....


    engraxador | adj. n. m.

    Que ou aquele que engraxa calçado....


    bota | n. f.

    Calçado que envolve o pé e parte da perna....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?