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    enforcassem-me

    uva | n. f.

    O fruto da videira....


    uveira | n. f.

    Árvore a que se prende a vinha de enforcado....


    vinha | n. f.

    Terreno plantado de videiras....


    enforcado | adj. n. m. | adj. | n. m.

    Morto por enforcamento....


    dependurado | adj. | adj. n. m. | n. m.

    Que se dependurou....


    forca | n. f.

    Instrumento de suplício por estrangulação....


    colgar | v. tr.

    Fixar algo acima do chão....


    enforcar | v. tr. | v. pron. | v. tr. e intr.

    Dar morte a (alguém) na forca....


    esganar | v. tr. | v. pron.

    Estrangular, matar por sufocação....


    laçar | v. tr. | v. pron.

    Dar laçada em....


    vinho | n. m.

    Bebida alcoólica que se obtém da fermentação, total ou parcial, do sumo das uvas frescas (mosto)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?