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    enfadavam

    araiané | interj.

    Expressão designativa de enfado causado pela repetição enfadonha de uma notícia há muito sabida....


    fu | interj.

    Exprime enfado, nojo, desprezo....


    maçudo | adj.

    Que tem forma de maça....


    molesto | adj.

    Que molesta, enfada ou incomoda....


    puh | interj.

    Designativa de enfado, de aborrecimento ou de indignação....


    chateado | adj.

    Que sente enfado, tédio (ex.: passou o domingo chateado em casa)....


    beleza | n. f. | interj.

    Perfeição agradável à vista e que cativa o espírito; qualidade do que é belo....


    amuo | n. m.

    Manifestação de enfado, de ressentimento ou de mau humor que se revela por gestos e palavras bruscos, por um silêncio obstinado ou por evitar contacto visual....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?