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    endentai-mos

    engrenagem | n. f.

    Disposição das rodas que endentam umas nas outras....


    boca-de-lobo | n. f.

    Escoadouro nas ruas para as águas....


    entrós | n. m.

    Roda dentada que engrena noutra....


    entrosa | n. f.

    Roda dentada que engrena noutra....


    endentar | v. tr. e pron.

    Travar os dentes de uma peça com os dentes de outra....


    engargantar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Meter pela garganta....


    engrenar | v. tr. e pron. | v. tr.

    Travar os dentes de uma peça com os dentes de outra (ex.: engrenar rodas dentadas; a peça engrenou-se)....


    indentar | v. intr.

    Inserir determinado espaço entre a margem da página e o início do texto de um parágrafo....


    entrosar | v. tr. e pron. | v. tr. | v. intr.

    Travar os dentes de uma peça com os dentes de outra (ex.: entrosar rodas dentadas; as peças entrosaram-se)....


    desentrosar | v. tr. | v. tr. e pron.

    Fazer cessar a engrenagem dos dentes de uma peça com os dentes de outra....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?