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    emprestardes-tos

    emprestado | adj.

    Que se deu ou se tomou de empréstimo....


    juro | n. m.

    Rendimento de dinheiro emprestado....


    xepeiro | n. m.

    Soldado que se alimenta de comida de quartel....


    jurista | n. 2 g.

    Pessoa que empresta dinheiro a juros ou possui títulos da dívida pública e recebe os respetivos juros....


    anatocismo | n. m.

    Capitalização dos juros da quantia emprestada....


    comodatário | n. m.

    Aquele que pede emprestado por comodato....


    cravanço | n. m.

    Ação de cravar ou de pedir algo emprestado, geralmente sem intenção de devolver....


    habilitanço | n. m.

    Quantia que um parceiro empresta a outro, no jogo de azar....


    emprestador | adj. n. m.

    Que ou aquele que empresta....


    comodante | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou quem empresta coisa não fungível para a tornar a receber; que ou quem empresta por comodato....


    mutuador | adj. n. m.

    Que ou aquele que mutua ou empresta....


    onzeneiro | adj. n. m.

    Que ou quem empresta dinheiro a juros altos....


    choradinho | adj. n. m. | n. m.

    Diz-se de ou certo tipo de fado cantado ou tocado em som plangente....


    Emprestado com juros, com usura (ex.: exploração feneratícia)....


    prestamista | n. 2 g.

    Pessoa que empresta dinheiro a juros....


    cravar | v. tr. e pron. | v. tr. | v. pron.

    Fazer entrar ou entrar com força ou profundidade (ex.: cravou a seta no centro do alvo; o estilhaço cravou-se na carne)....


    emprestadar | v. tr.

    Fazer título de empréstimo, dádiva de....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?