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    elegi-mos

    eleitoral | adj. 2 g.

    Relativo a eleições ou ao direito de eleger....


    papável | adj. 2 g.

    Diz-se do cardeal que tem probabilidade de ser eleito papa....


    semipresidencial | adj. 2 g.

    Em que um chefe de Estado, eleito por sufrágio direto universal, tem alguns poderes e prerrogativas importantes, mas não é o chefe do governo (ex.: regime político semipresidencial; sistema semipresidencial)....


    Fórmula com que o Vaticano anuncia à multidão que está eleito um novo papa....


    conclave | n. m.

    Reunião, à porta fechada, dos cardeais da Igreja católica para eleger um novo papa....


    voto | n. m.

    Sufrágio ou manifestação da opinião individual a respeito de alguma pessoa ou de alguma coisa que queremos ou que não queremos que seja eleita ou posta em vigor....


    comum | adj. 2 g. | n. m. | n. m. pl.

    Do uso ou domínio de todos os de um lugar ou de uma coletividade....


    colégio | n. m.

    Estabelecimento de ensino não superior (ex.: colégio interno; colégio militar; colégio privado)....


    Conjunto dos indivíduos eleitos para gerirem os negócios municipais, de interesse coletivo....


    tiara | n. f.

    Mitra de tríplice coroa que o papa usa em certas cerimónias....


    Opinião que não reconhece outra autoridade senão o consenso universal....


    primária | n. f.

    Primeiro ciclo do ensino básico....


    elegendo | n. m.

    Aquele que vai ser eleito....


    elegia | n. f.

    Poema sobre assunto triste ou lutuoso....


    elegíaco | adj. | n. m.

    Relativo a elegia....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?