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    destaca-a

    bizarro | adj.

    Que se destaca pela postura, distinção, elegância (ex.: porte bizarro)....


    insigne | adj. 2 g.

    Que se distingue positivamente entre os demais....


    monumental | adj. 2 g.

    Que é relativo a monumento (ex.: conservação e restauro do património monumental)....


    Relativo à tribuna, ao tribuno ou ao tribunado (ex.: o jornalista destaca os dotes tribunícios do orador)....


    Usa-se para acrescentar, destacar, especificar ou pormenorizar informação (ex.: tem interesses muito diversificados, designadamente a nível cultural)....


    Usa-se para acrescentar, destacar, especificar ou pormenorizar informação (ex.: ainda há algumas dúvidas, nomeadamente em relação à segurança)....


    Usa-se para acrescentar, destacar, especificar ou pormenorizar informação (ex.: ainda há algumas dúvidas, notadamente em relação à segurança)....


    Expressão usada para designar algo ou alguém que se destaca entre outros semelhantes....


    Que se racializou ou adquiriu caráter racial (ex.: sociedade racializada)....


    ilustre | adj. 2 g.

    Que se destaca ou sobressai positivamente em relação a outros....


    alto-relevo | n. m.

    Obra de escultura em que as figuras se destacam quase completamente no fundo....


    barragem | n. f.

    Obstáculo praticado numa corrente de água....


    icto | n. m.

    A maior intensidade do som para destacar uma sílaba das que constituem o vocábulo ou a frase....


    medíocre | adj. 2 g. | n. m.

    Que está no meio ou entre dois extremos....


    protagonismo | n. m.

    Desempenho do papel de protagonista (de peça teatral, filme, série televisiva, livro, etc.)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.