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Sem roupa a cobrir o corpo....
Que se escorchou....
Que não tem pai certo ou que não pode ser perfilhado (ex.: filho espúrio)....
Que se despojou....
Sem excessos (ex.: a decoração do edifício é clean)....
Cacho de uvas despojado de bagos....
Conjunto de coisas tomadas ao inimigo durante uma guerra....
Conjunto de bens tomados ao inimigo (ex.: butim de guerra)....
Ato de se despir, de se despojar (de alguma coisa)....
Ato de despojar ou despojar-se....
Que não traz ou não tem camisa....
Ato de esbulhar....
Que ou aquele que despoja....
Ação de apresar....
Saquear....
Proceder à debulha de....
Fazer cessar o caráter místico ou misterioso de alguma coisa....
Tirar a roupa a....
Desapossar; privar de....
Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.
1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?
2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.
Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?