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    designando-lhe

    água-vai | interj.

    Expressão que designa prevenção em relação a águas que iam ser lançadas à rua....


    aicuna | interj.

    Expressão que designa prazer, entusiasmo, admiração ou surpresa....


    algum | quant. exist. pron. indef.

    Designa quantidade indeterminada, mas não grande....


    aqui | adv.

    No lugar onde o falante se encontra (ex.: aqui está calor)....


    eneolítico | n. m. | adj.

    Período da pré-história de transição da Idade da Pedra para a Idade do Bronze, em que se fez uso concomitante da pedra e, pela primeira vez, de um metal, o cobre, para fabricar armas e ferramentas. (Geralmente com inicial maiúscula.)...


    étnico | adj.

    Relativo a etnia....


    fêmeo | adj.

    De fêmea ou a ela relativo....


    hui | interj.

    Expressão usada para designar dor....


    incoativo | adj.

    Que dá ou origina um começo....


    inominável | adj. 2 g.

    A que não se pode atribuir nome ou designação....


    -orama | elem. de comp.

    Exprime a noção de vista ou representação (ex.: mareorama; uranorama)....


    promíscuo | adj.

    Misturado sem ordem (notando-se na confusão mais de mau que de bom)....


    sobrecomum | adj. 2 g.

    Que tem um só género gramatical, mas cuja forma invariável pode designar um indivíduo do sexo masculino ou do sexo feminino (ex.: algoz e cônjuge são nomes sobrecomuns do género masculino; criança e vítima são nomes sobrecomuns do género feminino)....


    sorteado | adj.

    Designado por sorte....


    Três vezes grande; três vezes maior....


    unívoco | adj.

    Que designa vários objetos distintos, mas do mesmo género, com o mesmo sentido: Planeta é termo unívoco de Vénus e de Marte....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?