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    deram

    acárpico | adj.

    Diz-se da planta que não dá fruto....


    água-vai | interj.

    Expressão que designa prevenção em relação a águas que iam ser lançadas à rua....


    adriático | adj.

    Relativo ao mar deste nome ou suas imediações....


    albiflor | adj. 2 g.

    Que dá flores brancas....


    alabão | adj.

    Diz-se do gado que dá crias e leite (por oposição oposição a alfeiro)....


    amebeu | adj.

    Que tem forma de diálogo....


    amnícola | adj. 2 g.

    Que se dá à beira de águas correntes....


    ao | contr.

    Contração da preposição a e do artigo ou pronome o (ex.: entregou a mercadoria ao cliente; deu um beijo à avó; deixou um aviso aos mais destemidos; vamos às compras?)....


    antóstomo | adj.

    Que tem, à roda da boca, apêndices que dão aspetos de flor....


    aquém | adv.

    Para cá, do lado de cá....


    balante | adj. 2 g.

    Que dá balidos....


    bífero | adj.

    Que dá fruto duas vezes por ano (ex.: figueira bífera)....


    barbóneo | adj. n. m.

    Que ou quem é membro da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, ordem religiosa franciscana reformada....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?