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    demorem-te

    adiado | adj.

    Que se adiou; demorado, retardado....


    depressa | adv.

    Com brevidade; sem demora; rapidamente....


    De modo imediato; sem demora (ex.: divulguem imediatamente a notícia quando ela sair)....


    já | adv. | conj. coord.

    Neste instante (ex.: saia já daqui!)....


    para | prep.

    Exprime direção ou lugar de destino (ex.: arrancou para o Sul; a casa está virada para norte)....


    rançoso | adj.

    Que tem ranço ou sabe a ranço (ex.: manteiga rançosa, óleo rançoso)....


    retardio | adj.

    Tardo; demorado; serôdio; pachorrento....


    asinha | adv.

    Depressa, sem demora (ex.: as formigas transportavam as migalhas asinha)....


    aginha | adv.

    Depressa, sem demora....


    quase | adv.

    Não longe de, não distante de, muito perto de, muito próximo a....


    delonga | n. f.

    Demora, dilação....


    demora | n. f.

    Tempo decorrido além de determinado momento....


    paço | n. m.

    Residência de rei....


    providência | n. f.

    Disposição ou medida que se toma para resolver ou dar continuidade a um assunto....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?