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    declarada

    Que é contrário à democracia (ex.: declarações antidemocráticas)....


    assertivo | adj.

    Que tem caráter de asserção....


    neutral | adj. 2 g.

    Neutro; imparcial; que não se declara em pró nem em contra....


    -fasia | elem. de comp.

    Exprime a noção de linguagem ou palavra (ex.: disfasia)....


    impactante | adj. 2 g.

    Que causa impacto (ex.: declaração impactante; números impactantes)....


    in limine | loc.

    No princípio; desde logo (ex.: autor do livro faz uma declaração in limine)....


    descredibilizante | adj. 2 g.

    Que diminui ou faz perder a credibilidade; que descredibiliza (ex.: declaração descredibilizante)....


    injogável | adj. 2 g.

    Que não se pode jogar (ex.: jogo injogável; o golfista declarou a bola injogável)....


    Que não se declarou ou enunciou de modo perfeito ou literal; que tem ambiguidades ou suscita dúvidas (ex.: hostilidade inexplícita; princípio inexplícito)....


    inexpresso | adj.

    Que não se expressou ou declarou (ex.: desejo inexpresso; perceção inexpressa; vontade inexpressa )....


    declarado | adj.

    Franco; aberto; manifesto....


    Cerimónia pela qual o Papa declara digna de veneração alguma pessoa falecida....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.