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    duelou-mas

    justa | n. f.

    Duelo entre dois cavaleiros....


    combate | n. m.

    Ação de troços de exército ou armadas beligerantes....


    duelista | n. 2 g.

    Pessoa que se bate em duelo....


    duelo | n. m.

    Combate premeditado entre dois adversários, com armas iguais....


    padrinho | n. m. | n. m. pl.

    O que apresenta o neófito ao batismo....


    espadachim | n. m.

    Indivíduo que combate com espada....


    luta | n. f.

    Combate corpo a corpo....


    transe | n. m. | n. m. pl.

    Grande apreensão de mal que se crê próximo....


    desafiado | adj. n. m. | adj.

    Que ou aquele que foi provocado a duelo....


    bater | v. tr. e intr. | v. tr. | v. intr. | v. pron. | n. m.

    Dar pancadas em algo ou alguém....


    duelar | v. tr. e intr.

    Combater em duelo....


    encontrar | v. tr. | v. tr. e pron. | v. pron.

    Fazer encontro de; ficar em frente de....


    reptar | v. tr.

    Provocar para duelo ou disputa....


    duelar | adj. 2 g.

    Relativo a duelo....


    campo | n. m.

    Terreno de semeadura....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?