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    dourarmos-tos

    ambreado | adj.

    Que tem o perfume do âmbar-amarelo....


    crisóstomo | adj. n. m.

    Que ou quem tem dentes da frente revestidos a ouro....


    douradilho | adj.

    Diz-se dos cavalos de cor avermelhada....


    esmalmado | adj.

    Sem alma; sem energia; desleixado; mole....


    flavífluo | adj.

    Diz-se dos rios que correm sobre areias douradas....


    goreiro | adj.

    Diz-se da videira que produz pouco e mal....


    rabeco | adj.

    Barqueiro do Alto Douro....


    auri- | elem. de comp.

    Exprime a noção de ouro ou dourado (ex.: auriverde)....


    auripene | adj. 2 g.

    Que tem penas douradas (ex.: ave auripene)....


    cale | n. f.

    Rego ou encaixe em peça comprida de madeira....


    cama | n. f.

    Conjunto formado pelo móvel usado para dormir, pelo colchão e pela roupa que geralmente o reveste....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?