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    dominicana

    dominicano | adj. | n. m.

    Relativo ou pertencente à República Dominicana....


    dominicano | adj. | n. m.

    Relativo ou pertencente a qualquer localidade chamada São Domingos....


    bachata | n. f.

    Género musical originário da República Dominicana, com influências da música cubana, mexicana e porto-riquenha....


    peso | n. m.

    Unidade monetária da Argentina (código: ARS), do Chile (código: CLP), da Colômbia (código: COP), de Cuba (código: CUP), das Filipinas (código: PHP), do México (código: MXN), da República Dominicana (código: DOP) e do Uruguai (código: UYU)....


    pregador | n. m.

    Pessoa que faz pregações....


    dominicano | adj. n. m.

    Relativo à ordem de São Domingos ou frade dessa ordem religiosa....


    begónia | n. f.

    Planta originária das regiões quentes, cultivada pela sua folhagem decorativa e pelas suas flores vivamente coloridas....


    Ave passeriforme (Paroaria dominicana) da família dos traupídeos....


    domínico | adj. n. m. | n. m.

    Relativo à ordem de São Domingos ou frade dessa ordem religiosa....


    dominicana | n. f.

    Religiosa da congregação de São Domingos....


    merengue | n. m. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Dança originária da República Dominicana e muito popular na América Latina....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.