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    dobramos-mos

    atrópico | adj.

    Que é direito; que não se dobra ou torce....


    averdugado | adj.

    Que tem arcos de verga ou de baleia....


    biflexo | adj.

    Dobrado para dois lados....


    bifólio | adj.

    Que tem duas folhas....


    Duplamente dobrado no sentido longitudinal....


    curvo | adj.

    Em forma de arco....


    dúplice | adj. 2 g.

    Multiplicado por dois....


    doble | adj. 2 g.

    Que se apresenta em dobro....


    Que faz papos; que tem dobras ou pregas (ex.: pescoço empapuçado)....


    enfestado | adj.

    Dobrado ao meio da largura....


    flexível | adj. 2 g.

    Que se dobra ou verga facilmente sem se quebrar....


    geniculado | adj.

    Que forma ângulo ou joelho....


    inflexível | adj. 2 g.

    Que não se dobra ou verga....


    retroflexo | adj.

    Que se curva ou se dobra para trás....


    Que tem voltado para cima o que devia estar voltado para baixo....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?