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    divertias-to

    desopilante | adj. 2 g.

    Que desopila; que remove opilação....


    Que desopila; que remove desopilação....


    distraído | adj.

    Pouco atento ao que se faz ou diz....


    divertido | adj.

    Que gosta de rir ou de fazer rir....


    engraçado | adj.

    Gracioso, bonito, agradável....


    fescenino | adj.

    Diz-se de uma espécie de versos lascivos usados na antiga Roma, nos divertimentos dramáticos....


    festivo | adj.

    Relativo a festa....


    jovial | adj. 2 g.

    Que gosta de rir e fazer rir; que gosta de se divertir (ex.: homem jovial)....


    jucundo | adj.

    Que é agradável, aprazível....


    lusório | adj.

    Relativo a jogo ou divertimento....


    recreativo | adj.

    Que recreia; que diverte ou dá prazer....


    chateado | adj.

    Que sente enfado, tédio (ex.: passou o domingo chateado em casa)....


    conluio | n. m.

    Combinação de dois ou mais para prejudicar outrem....


    garden-party | n. f.

    Divertimento ao ar livre (em jardim, tapada, etc.)....


    marzoco | n. m.

    Pessoa que diverte ou pretende divertir as outras pessoas....


    truão | n. m.

    Indivíduo que fazia parte da corte dos reis e do pessoal dos nobres, para os divertir fazendo figuras ridículas....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.