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    dissipasses-mas

    comido | adj.

    Que foi ingerido; que se comeu....


    dissipável | adj. 2 g.

    Suscetível ou fácil de dissipar....


    esvaecido | adj.

    Que se esvaeceu; desfeito; dissipado; enfraquecido; desanimado....


    Que dissipa ou causa dissipação (ex.: efeitos dissipativos; estrutura dissipativa; forças dissipativas; processo dissipativo)....


    Com o decorrer do tempo dissipam-se as paixões; equivalente a "nada cura como o tempo"....


    abstergente | adj. 2 g. | n. m.

    Que absterge ou limpa (ex.: enema abstergente)....


    devorismo | n. m.

    Gasto exagerado e sem justificação....


    largueza | n. f.

    Qualidade daquilo que é largo....


    ruína | n. f.

    Ato ou efeito de ruir....


    todo | quant. univ. pron. indef. | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Qualquer....


    pantana | n. f.

    Atascadeiro, lamaçal....


    absterger | v. tr.

    Limpar, desobstruir, purificar....


    consumir | v. tr. | v. tr. e pron. | v. intr.

    Fazer desaparecer pelo uso ou gasto....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?