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    discutam-lhas

    objetável | adj. 2 g.

    Que se pode objetar, discutir ou alegar em sentido contrário....


    Que gosta de peguilhar ou de discutir por coisas de pouca importância....


    versado | adj.

    Que tem prática, experiência, conhecimento....


    mass media | loc.

    Conjunto dos meios de comunicação social (ex.: discutiram o papel dos mass media na educação)....


    A torto e a direito (ex.: falar ou discutir ab hoc et ab hac é falar daquilo que se não entende)....


    Axioma jurídico que afirma que o que foi objeto de julgamento definitivo não deve ser novamente discutido, para evitar que haja recursos indefinidos até que o resultado seja o pretendido....


    abertura | n. f.

    Ato de abrir ou de se abrir....


    arena | n. f.

    Parte central do recinto onde se lidam touros....


    conclave | n. m.

    Reunião, à porta fechada, dos cardeais da Igreja católica para eleger um novo papa....


    simpósio | n. m.

    Conjunto de trabalhos relacionados com o mesmo assunto e de autores diferentes....


    Qualidade do que é aceitável (ex.: a aceitabilidade da sentença não foi discutida)....


    colareja | n. f.

    Vendedeira de frutas e legumes nos mercados de Lisboa....


    giga | n. f.

    Selha larga e pouco alta....


    proposição | n. f.

    Ação de propor a exame ou deliberação....


    rajão | n. m.

    Espécie de viola pequena de cinco cordas....


    bloga | n. f.

    Comunidade de blogues e bloguistas (ex.: a bloga é o espaço ideal para discutir sobre tudo; a bloga nacional andou muito agitada esta semana)....


    fórum | n. m.

    Praça pública, na antiga Roma....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?