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    DEVAMOS-ME

    ancado | adj.

    Doença dos cavalos que consiste numa forte contração dos tendões....


    anticonjugal | adj. 2 g.

    Oposto à maneira como devem viver os cônjuges....


    anemófilo | adj.

    Diz-se das plantas em que a disseminação do pólen se faz por intermédio do vento, para as distinguir das entomófilas, que devem a fecundação à visita dos insetos....


    anulável | adj. 2 g.

    Que pode ou deve ser anulado....


    apreensível | adj. 2 g.

    Que pode ou deve ser apreendido....


    aprovável | adj. 2 g.

    Que pode ou deve ser aprovado....


    atribuível | adj. 2 g.

    Que pode ou deve ser atribuído....


    atendível | adj. 2 g.

    Que pode ou deve ser atendido....


    banível | adj. 2 g.

    Que deve ser banido....


    cabal | adj. 2 g.

    A que não falta nada....


    cedo | adv.

    Antes da hora (em que a coisa se deve realizar)....


    coletável | adj. 2 g.

    Que pode ou deve ser coletado....


    cônscio | adj.

    Que tem conhecimento do que deve fazer ou de como deve agir....


    criticável | adj. 2 g.

    Que se pode ou deve criticar....


    delatável | adj. 2 g.

    Que merece ou deve ser delatado....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.