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    destilaste-os

    Diz-se de um ácido obtido pela destilação seca do ácido gálico....


    enantal | n. m.

    Essência que se obtém destilando o óleo de rícino....


    empireuma | n. m.

    Sabor e cheiro desagradável proveniente de destilação defeituosa....


    ictiol | n. m.

    Líquido xaroposo obtido pela destilação de uma rocha betuminosa constituída por peixes fósseis, e que se emprega no tratamento das doenças da pele....


    mazute | n. m.

    Combustível líquido, viscoso e negro, obtido como resíduo da destilação do petróleo bruto....


    turfol | n. m.

    Produto oleoso da destilação da turfa....


    xileno | n. m.

    Carboneto de hidrogénio proveniente da destilação da hulha....


    xilite | n. f.

    Produto da destilação do espírito de madeira....


    bourbon | n. m.

    Bebida alcoólica obtida a partir da destilação de milho, malte e cevada....


    fenim | n. m.

    Aguardente muito forte, destilada a partir da seiva fermentada de coqueiro ou do sumo fermentado de caju....


    andaia | n. f.

    Produto da destilação do vinho, de graduação mais baixa que a aguardente....


    colofónia | n. f.

    Resíduo da destilação da terebintina, resina de larício....


    cucúrbita | n. f.

    Designação dada a várias plantas da família das cucurbitáceas, do género Cucurbita, a que pertencem as abóboras....


    essencial | adj. 2 g. | n. m.

    Constitutivo da essência....


    Ato ou efeito de espiritualizar, interpretação em sentido espiritual e não em sentido físico....


    estilação | n. f.

    Destilação; queda de um líquido gota a gota....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?