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    derivei-os

    avonda | interj.

    Expressão usada para mandar parar uma ação ou para fazer calar....


    baldo | adj.

    Que tem falta de algo....


    bonda | interj.

    Expressão usada para interromper ou mandar parar uma ação ou para fazer calar....


    denominal | adj. 2 g.

    Que deriva de um nome ou da classe nominal (ex.: verbo denominal)....


    escuso | adj.

    Que se escusou ou foi objeto de escusa....


    Que, apesar de derivar da mesma origem, difere (de outro)....


    malónico | adj.

    Diz-se de um ácido ( C3H4O4) derivado do ácido málico por oxidação, usado na indústria farmacêutica....


    metílico | adj.

    Diz-se dos compostos derivados do metano....


    Diz-se das línguas vivas derivadas do celta....


    neolatino | adj.

    Diz-se das línguas modernas derivadas do latim....


    ou | conj.

    Indica alternativa ou opcionalidade (ex.: ver um filme ou ler um livro)....


    prefixal | adj. 2 g.

    Relativo a prefixo ou à presença de prefixo (ex.: derivação prefixal)....


    potássico | adj.

    Diz-se dos derivados do potássio ou de certas combinações químicas em que entra o potássio....


    recurvo | adj.

    Recurvado; torcido....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.