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    demandasse-to

    Em que o autor demanda bem ou direito que é seu e anda fora do seu património (ex.: ação reipersecutória)....


    triunfo | n. m.

    Honras solenes prestadas pelos romanos aos generais vencedores....


    acionado | n. m.

    Gesto, sinal gesticulado....


    processo | n. m.

    Modo de fazer uma coisa (ex.: ela usou um processo mais eficaz)....


    procura | n. f.

    Ação de procurar....


    | n. f.

    Mulher ou entidade acusada ou demandada em juízo....


    ronca | n. f.

    Ato ou efeito de roncar....


    upanda | n. f.

    Demanda ou pendência....


    ação | n. f. | interj.

    Ato ou efeito de agir....


    autor | n. m.

    Aquele que cria ou produz (apenas por faculdade própria)....


    fôlego | n. m.

    Movimento completo da respiração (aspiração e expiração)....


    lide | n. f.

    Combate, luta, peleja....


    milando | n. m.

    Demanda, litígio (ex.: o régulo resolvia os milandos)....


    lite | n. f.

    Combate, luta, peleja....


    litígio | n. m.

    Ação entregue em tribunal....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?