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    defumeis-mos

    fumado | adj.

    Que sofreu a ação do fumo (ex.: sabor fumado)....


    chibé | n. m.

    Mistura refrigerante de farinha de mandioca com água e açúcar....


    mecha | n. f.

    Cordão, fio ou feixe de fios envolvido em cera ou combustível, próprio para manter o lume quando aceso....


    girão | n. m.

    Retalho de pano....


    boião | n. m.

    Vaso bojudo de lata, vidro ou barro vidrado, usado para compotas, pomadas, conservas, entre outros usos....


    toucinho | n. m.

    Gordura do porco entre a carne e a pele, muitas vezes com um pouco de carne entremeada (ex.: toucinho entremeado, toucinho fumado)....


    bacon | n. m.

    Toucinho fumado....


    chourição | n. m.

    Enchido largo, fumado, de cor rosada, feito de carne de porco....


    fumadouro | n. m.

    Lugar onde se fuma ou que é próprio para fumar....


    defumador | adj. n. m. | n. m.

    Que ou aquele que defuma....


    fumeiro | n. m. | adj. n. m.

    Grande quantidade de fumo....


    tênder | n. m. | adj. 2 g. n. m.

    Vagão que segue logo atrás da locomotiva e que leva a água e o combustível....


    defumar | v. tr. e pron.

    Expor a fumo aromático....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.