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    decreto

    fulminado | adj.

    Ferido (pelo raio ou pelo que se lhe compara)....


    sinodal | adj. 2 g.

    Relativo a sínodo (ex.: decretos sinodais; determinação sinodal)....


    decretal | n. f. | adj. 2 g.

    Relativo a decreto....


    decretalista | n. 2 g.

    Jurisconsulto versado em decretais....


    decreto | n. m.

    Deliberação superior que obriga à observância....


    relatório | n. m.

    Exposição dos motivos que levam a apresentar um projeto de lei ou um decreto....


    sinódico | adj. | n. m.

    Relativo a sínodo (ex.: decreto sinódico)....


    ucasse | n. m.

    Decreto de um soberano, na Rússia imperial....


    edito | n. m.

    Decreto....


    firmão | n. m.

    Decreto, provisão, alvará ou carta régia emanada de um soberano ou autoridade muçulmana e por ela assinada....


    mando | n. m.

    Ordem, mandado, decreto....


    lei-quadro | n. f.

    Lei que define um determinado princípio ou conjunto de princípios gerais, deixando ao governo o cuidado de lhe precisar a regulamentação ou o alcance exato em decretos de aplicação....


    restrição | n. f. | n. f. pl.

    Ato ou efeito de restringir; limitação....


    revisão | n. f.

    Nova análise de uma lei, decreto ou processo, ou da constituição de Estado, para retificar ou anular....


    veto | n. m.

    Fórmula que empregavam, em Roma, os tribunos do povo, para se oporem a um decreto do Senado....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Desde sempre usei a expressão quando muito para exprimir uma dúvida razoável ou uma cedência como em: Quando muito, espero por ti até às 4 e 15. De há uns tempos para cá, tenho ouvido E LIDO quanto muito usado para exprimir o mesmo. Qual deles está certo?