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    decorares-tas

    sujo | adj.

    Que apresenta sujidade....


    Descanso com os meios necessários para viver com decoro; tal era, segundo Cícero, o ideal de um romano retirado da vida pública....


    Feito ou decorado com ouro e marfim, em especial na escultura da Grécia antiga, ou, na Arte Nova do século XIX, com uma combinação de marfim e outros materiais como bronze ou ónix (ex.: escultura criselefantina)....


    clean | adj. 2 g. 2 núm.

    Sem excessos (ex.: a decoração do edifício é clean)....


    trendy | adj. 2 g. 2 núm.

    Que está na moda ou constitui uma tendência (ex.: decoração trendy; recomendações trendy)....


    decência | n. f.

    Conjunto de exterioridades que harmonizam a aparência da pessoa com o seu porte, maneiras, linguagem, etc....


    decoro | n. m.

    Atitude ou comportamento respeitadores das normas e convenções sociais; respeito de si mesmo e dos outros....


    pundonor | n. m.

    Sentimento de dignidade, brio....


    decoranço | n. f.

    Ato ou efeito de decorar sem perceber....


    lambrilha | n. f.

    Pequeno azulejo quadrado, decorado geralmente com uma figura isolada (ex.: lambrilhas pintadas à mão)....


    espartano | adj. | n. m.

    Relativo ou pertencente a Esparta, cidade da Grécia antiga (ex.: exército espartano)....


    Atividade ou técnica de decoração de montras ou vitrinas....


    arte | n. f.

    Capacidade ou habilidade para a aplicação de conhecimento ou para a execução de uma ideia....


    enfeite | n. m.

    Aquilo que serve para enfeitar ou decorar....


    festão | n. m.

    Ornamento composto de elementos diversos (flores naturais ou artificiais, folhagem, figuras em papel recortado, etc.) ligados por um fio que se suspende para decorar ruas, praças, salas, etc....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.