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    declináramos-tos

    Em que há declinações (línguas)....


    Que serve para justificar uma declinação....


    oblíquo | adj.

    Não perpendicular, não vertical....


    -ual | suf.

    Indica relação, geralmente na formação de adjetivos (ex.: conceitual; conflitual; estadual; textual)....


    declina | n. f.

    Régua circular e móvel que indica os graus no astrolábio....


    Ato de declinar ou recusar a jurisdição de um tribunal ou juiz....


    defluxão | n. f.

    Ato ou efeito de defluir....


    subjetivo | adj. | n. m.

    Relativo ao sujeito ou nele existente (ex.: realidade subjetiva)....


    equatorial | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. m.

    Do equador ou a ele relativo (ex.: linha equatorial; região equatorial)....


    -uoso | suf.

    Indica qualidade ou relação (ex.: conceituoso; conflituoso; defeituoso; untuoso)....


    abnuir | v. tr.

    Recusar, declinar....


    alijar | v. intr. | v. tr. | v. tr. e pron.

    Tirar ou deitar fora, para aliviar o navio (ex.: alijar carga)....


    caducar | v. intr.

    Cair de velho e falto de forças....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?