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    debandaram

    dispersão | n. f.

    Ato ou efeito de dispersar....


    alvoriçar | v. intr. | v. pron.

    Fugir com susto....


    debandar | v. tr. e pron. | v. intr.

    Fazer sair ou fugir em correria desordenada e em direções diferentes; pôr(-se) em debandada (ex.: a polícia debandou os revoltosos; os animais debandaram)....


    desabelhar | v. intr.

    Debandar como enxame de abelhas....


    desbandar | v. tr. | v. intr.

    Tirar as bandas de....


    destroçar | v. tr. | v. intr.

    Dividir em troços pela força....


    dispersar | v. tr. | v. intr. e pron.

    Proceder à dispersão de....


    fugir | v. intr. | v. tr.

    Deixar um lugar depressa ou ocultamente....


    tresmalhar | v. tr. | v. intr. e pron.

    Deixar cair ou perder as malhas de....


    debandada | n. f.

    Ato ou efeito de debandar....


    debandante | adj. 2 g.

    Que debanda ou que serve para debandar....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?