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    culpou-mo

    cônscio | adj.

    Que tem conhecimento do que deve fazer ou de como deve agir....


    culpável | adj. 2 g.

    A quem se pode atribuir culpa....


    desculpado | adj.

    Absolvido da culpa; relevado....


    errado | adj.

    Que não está certo....


    inculpável | adj. 2 g.

    A que não se pode atribuir culpa; inocente....


    inculpe | adj.

    Inocente; sem culpa....


    inconfesso | adj.

    Que não se confessou; que não confessou (culpas)....


    maculável | adj. 2 g.

    Que se pode macular ou enodoar....


    mea culpa | loc.

    Expressão usada para lamentar alguma falta ou erro cometidos....


    Palavras de Santo Agostinho, aludindo à falta cometida pelos nossos primeiros pais e da qual resultou a vinda do Redentor....


    O culpado é quase sempre aquele que tira proveito do crime ou do delito....


    desculpabilizante | adj. 2 g.

    Que desculpabiliza ou retira a culpa a alguém ou a si próprio....


    culpabilizante | adj. 2 g.

    Que culpabiliza ou atribui a culpa a alguém ou a si próprio....


    Relativo a escatologia, doutrina sobre o fim do mundo (ex.: catastrofismo escatológico; dimensão escatológica da culpa)....


    delito | n. m.

    Infração à lei, ao dever; crime; culpa....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

    1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

    2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

    Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?