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    convertesse-nos

    alcoolizável | adj. 2 g.

    Que pode ser convertido em álcool....


    conversivo | adj.

    Que tem a virtude de converter ou transmutar....


    coracoidal | adj. 2 g.

    Diz-se do ligamento que, aproximando-se da apófise da omoplata, converte a borda superior da omoplata em orifício....


    dessorado | adj.

    Que se dessorou (ex.: coalhadas dessoradas)....


    Que tem emulsão; convertido em emulsão....


    enqueijado | adj.

    Coalhado, em estado de servir para queijo; convertido em queijo....


    legislável | adj. 2 g.

    Que se pode legislar ou converter em lei....


    vitrescível | adj. 2 g.

    Suscetível de ser convertido ou reduzido a vidro....


    Que é relativo às condições térmicas e acústicas (ex.: isolamento termoacústico)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?