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    Contrafizermos

    distorto | adj.

    Torto em diversos sentidos....


    espúrio | adj.

    Que não tem pai certo ou que não pode ser perfilhado (ex.: filho espúrio)....


    Que se falsificou ou foi alvo de falsificação....


    estorço | n. m.

    Posição contrafeita ou forçada....


    Ato ou efeito de contrafazer, de reproduzir ou imitar fraudulentamente uma coisa, em prejuízo do autor ou do inventor....


    contrafeito | adj. | n. m.

    Falsificado; imitado fraudulentamente....


    vendido | adj. n. m. | adj.

    Que ou o que se vendeu....


    arremedar | v. tr.

    Contrafazer falas, gestos ou modos (de outrem)....


    contrafazer | v. tr. | v. pron.

    Arremedar; imitar; fingir ser....


    falsificar | v. tr.

    Imitar ou adulterar ardilosamente, fraudulentamente....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?