Pesquisa nas Definições por:

    Consumar-te

    aeróbico | adj.

    Que acelera a respiração e o consumo de oxigénio....


    Últimas palavras de Jesus Cristo ao expirar na cruz; citam-se a propósito de uma grande catástrofe, ou de uma vida que acaba de extinguir-se....


    Locução que se emprega para significar que um facto está consumado....


    Relativo ao exercício de atividades financeiras, como crédito ao consumo, factoring ou leasing, por exemplo, por instituições ou empresas que não sejam bancos (ex.: operações parabancárias; sociedade parabancária)....


    etanólico | adj.

    Relativo a etanol ou a álcool etílico (ex.: consumo etanólico)....


    canábico | adj.

    Relativo à canábis ou ao seu consumo (ex.: derivados canábicos; euforia canábica)....


    défice | n. m.

    Saldo negativo no orçamento do Estado....


    moca | n. f.

    Pedaço de madeira que serve de arma....


    pedrada | n. f.

    Ato de arremessar uma pedra....


    socialismo | n. m.

    Sistema daqueles que querem transformar a sociedade pela incorporação dos meios de produção na comunidade, pelo regresso dos bens e propriedades particulares à coletividade, e pela repartição, entre todos, do trabalho comum e dos objetos de consumo....


    xinguivo | n. m.

    Mal-estar causado pelo consumo excessivo de bebidas alcoólicas (ex.: vou tirar o xinguivo)....


    IVA | n. m.

    Imposto geral que incide sobre o consumo de bens e serviços, em taxas variáveis e nas várias fases do circuito económico....


    abatedouro | n. m.

    Local onde se abatem animais cuja carne se destina ao consumo público....


    narsa | n. f.

    Estado de pessoa embriagada....


    lombra | n. f.

    Efeito provocado pelo consumo de drogas....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.