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    constitui-mo

    bossa-nova | adj. 2 g. 2 núm.

    Relativo ao movimento ou estilo musical da bossa nova....


    brechiforme | adj. 2 g.

    Que tem semelhança com uma brecha....


    cársico | adj.

    Diz-se do relevo característico das regiões em que as rochas calcárias constituem espessas camadas fundamentais e que resulta da ação, em grande parte subterrânea, de águas dissolventes....


    coaxial | adj. 2 g.

    Que tem o mesmo eixo que outro corpo....


    emetrope | adj. 2 g.

    Que tem os olhos normalmente constituídos....


    filamentar | adj. 2 g.

    Constituído por filamentos....


    homogéneo | adj.

    Da mesma natureza que outro....


    nerítico | adj.

    Diz-se de um depósito marinho constituído por seixos, cascalho, areia, vasa e lama que se acumulam no planalto continental....


    oponível | adj. 2 g.

    Que se pode opor (ex.: dedo oponível)....


    ovariano | adj.

    Relativo a ovário (ex.: estímulo ovariano; tecido ovariano; tumores ovarianos)....


    pluricelular | adj. 2 g.

    Constituído por muitas células (ex.: órgão pluricelular; organismo pluricelular)....


    rosilho | adj.

    Diz-se do animal, especialmente bovino ou equino, cuja pelagem branca e avermelhada lhe confere uma cor geral tirante a cor-de-rosa....


    Que tem sementes ou que produz sémen....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.