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    compus-nos

    alcmânico | adj.

    Diz-se do verso grego ou latino composto de três dáctilos e um espondeu....


    Composto de anapestos (ex.: verso anapéstico)....


    Diz-se do pé de verso composto de duas sílabas longas e uma breve....


    Diz-se do antigo verso grego ou latino composto de um espondeu, dois coriambos e um jambo....


    azoico | adj.

    Anterior aos seres organizados....


    Diz-se de um ácido composto de ácido cianídrico e cianeto de ferro....


    dímere | adj. 2 g.

    Composto de duas partes, de dois segmentos....


    Referente ao tipo elzevir ou aos impressores deste nome....


    enântico | adj.

    Relativo ao aroma do vinho....


    epítrito | adj.

    Diz-se de um pé de verso grego e latino composto de três longas e uma breve, que podem ser colocadas de quatro maneiras diferentes....


    el | art. def.

    Usado apenas no nome composto el-rei, o rei....


    férrico | adj.

    Que contém ferro (ex.: sais férricos)....


    glicónico | adj.

    Diz-se do verso grego ou latino composto de um espondeu e dois dáctilos....


    grafítico | adj.

    Composto de grafite ou a ela semelhante....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Em português, há algum fenómeno especial com os advérbios em -mente quando vão seguidos numa frase (ou com uma conjunção no meio)? Tanto em espanhol como em catalão há um comportamento curioso, em que algum dos advérbios perde o -mente: Simple y llanamente (em espanhol, se há dois ou mais, só o último fica "completo"); Exclusivament i principal (em catalão, não é obrigatório mas, se acontece, só o último fica sem o -mente). Li que o francês e o italiano mantêm sempre o -mente. E em português?