Pesquisa nas Definições por:

    compilastes-ma

    almagesto | n. m.

    Compilação de observações dos antigos astrónomos, especialmente aquela feita por Ptolemeu....


    compêndio | n. m.

    Compilação em que se encontra resumido o mais indispensável de um estudo....


    memória | n. f. | n. f. pl.

    Faculdade pela qual o espírito conserva ideias ou imagens, ou as readquire sem grande esforço....


    repertório | n. m.

    Índice alfabético das matérias contidas num livro....


    sinódico | adj. | n. m.

    Relativo a sínodo (ex.: decreto sinódico)....


    cartilha | n. f.

    Livro dos primeiros rudimentos de leitura....


    coleção | n. f.

    Reunião de objetos da mesma natureza (ex.: coleção de selos)....


    écloga | n. f.

    Diálogo pastoril em verso....


    tesouro | n. m.

    Grande quantidade de ouro, prata, coisas preciosas, posta em reserva....


    tesauro | n. m.

    Compilação do léxico de uma língua ou de uma área do saber....


    doxografia | n. f.

    Compilação de doutrinas ou textos filosóficos, em especial da Grécia antiga....


    thesaurus | n. m.

    Compilação do léxico de uma língua ou de uma área do saber....


    léxico | n. m. | adj.

    Dicionário, particularmente de língua clássica como latim ou grego....


    Talmude | n. m.

    Antiga coleção de leis, costumes e tradições, compilada pelos doutores judeus....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?