Pesquisa nas Definições por:

    compilai-ta

    almagesto | n. m.

    Compilação de observações dos antigos astrónomos, especialmente aquela feita por Ptolemeu....


    compêndio | n. m.

    Compilação em que se encontra resumido o mais indispensável de um estudo....


    memória | n. f. | n. f. pl.

    Faculdade pela qual o espírito conserva ideias ou imagens, ou as readquire sem grande esforço....


    repertório | n. m.

    Índice alfabético das matérias contidas num livro....


    sinódico | adj. | n. m.

    Relativo a sínodo (ex.: decreto sinódico)....


    cartilha | n. f.

    Livro dos primeiros rudimentos de leitura....


    coleção | n. f.

    Reunião de objetos da mesma natureza (ex.: coleção de selos)....


    écloga | n. f.

    Diálogo pastoril em verso....


    tesouro | n. m.

    Grande quantidade de ouro, prata, coisas preciosas, posta em reserva....


    tesauro | n. m.

    Compilação do léxico de uma língua ou de uma área do saber....


    doxografia | n. f.

    Compilação de doutrinas ou textos filosóficos, em especial da Grécia antiga....


    thesaurus | n. m.

    Compilação do léxico de uma língua ou de uma área do saber....


    léxico | n. m. | adj.

    Dicionário, particularmente de língua clássica como latim ou grego....


    Talmude | n. m.

    Antiga coleção de leis, costumes e tradições, compilada pelos doutores judeus....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.