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    compelida

    arrastar | v. tr. | v. intr.

    Levar de rastos pelo chão....


    arremeter | v. intr. | v. tr.

    Atacar com ímpeto....


    compelir | v. tr.

    Obrigar, forçar, constranger (a fazer alguma coisa)....


    impelir | v. tr.

    Fazer avançar ou movimentar à força ou em determinado sentido (ex.: a travagem impeliu os passageiros para a frente; impelia a bola enquanto corria; as ondas impeliam os destroços contra as rochas)....


    compelido | adj. | adj. n. m.

    Que se compeliu....


    compulsivo | adj.

    Que compele ou é destinado a compelir....


    compulsado | adj.

    Que se compulsou ou compeliu....


    remisso | adj. | adj. n. m.

    Que demora a fazer algo (ex.: funcionário remisso)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?