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    comoves-to

    impassível | adj. 2 g.

    Que não sente dor ou sofrimento....


    movido | adj.

    Que se pôs ou foi posto em movimento; que se moveu....


    comoção | n. f.

    Ato ou efeito de comover ou de se comover....


    vibrante | adj. 2 g. | n. m.

    Que vibra....


    coração | n. m.

    Órgão musculoso, centro do sistema de circulação do sangue....


    patético | adj. | n. m.

    Que move os afetos....


    seco | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Que não tem água ou humidade....


    endurecido | adj.

    Que endureceu ou que se endureceu....


    afetar | v. tr. | v. pron.

    Fingir ter....


    agitar | v. tr. | v. pron.

    Imprimir agitação a....


    amolecer | v. tr. | v. pron.

    Tornar-se mole....


    apiedar | v. tr. e pron.

    Causar ou sentir piedade ou comoção....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?