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    chular-mo

    pulha | n. f. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Dito ou pergunta que se dirige cavilosamente a uma pessoa para que ela fique em situação ridícula....


    rufião | n. m.

    Indivíduo que vive à custa do que uma prostituta ganha....


    chula | n. f.

    Instrumento para desbastar tábuas ou pequenas peças de madeira....


    alcaguete | n. m. | n. 2 g.

    Indivíduo que explora uma ou mais prostitutas....


    chula | n. f.

    Dança, música e canção populares típicas do norte de Portugal, de ritmo muito marcado....


    chularia | n. f.

    Dito ou comportamento de chulo....


    chulice | n. f.

    Dito ou ato chulo....


    chupa-jantares | n. 2 g. 2 núm.

    Indivíduo que tem por hábito comer à custa alheia....


    papa-jantares | n. 2 g. 2 núm.

    Indivíduo que tem por hábito comer à custa alheia....


    ramaldeira | n. f.

    Espécie de música e dança populares, vivas e animadas, no género da chula....


    chulo | adj. | n. m.

    Reles, rude....


    cáften | n. m.

    Indivíduo que explora prostitutas ou prostitutos. (Equivalente no português de Portugal: chulo.)...


    chuleiro | adj. n. m. | adj.

    Diz-se de ou aquele que toca ou dança a chula....


    chulista | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que diz ou faz chulices....


    chupista | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou a pessoa que explora outrem....


    chular | v. tr. | v. tr. e intr.

    Viver à custa de alguém, abusando da sua generosidade (ex.: chular a família)....


    mamar | v. tr. e intr. | v. tr.

    Fazer movimentos com os lábios e a língua para fazer entrar um líquido na boca....


    zangarrear | v. tr. e intr.

    Tocar na viola de forma desentoada....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?