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    caio

    augustano | adj.

    Relativo a Caio Otávio Augusto (63 a.C.-14 d.C.), primeiro imperador romano, ou ao seu tempo....


    cadente | adj. 2 g.

    Que vai caindo (ex.: águas cadentes)....


    cadivo | adj.

    Que cai naturalmente em determinada fase do desenvolvimento....


    caidiço | adj.

    Que cai ou que está prestes a cair....


    caidor | adj.

    Que cai muito....


    bumba | interj. | n. m.

    Voz indicativa do estrondo ou barulho do que cai....


    comido | adj.

    Que foi ingerido; que se comeu....


    craque | interj.

    Voz imitativa de um objeto que estala ou que cai....


    decíduo | adj.

    Que cai ou se desprende numa fase de desenvolvimento (ex.: dente decíduo)....


    decumbente | adj. 2 g.

    Que está inclinado, deitado....


    derruído | adj.

    Que se derruiu; que foi deitado abaixo ou caiu....


    Muito aberto; cujas pétalas estão quase a cair....


    Que produz sono (ex.: medicamento hipnagógico)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?