Pesquisa nas Definições por:

    cumpria-mas

    ave | interj.

    Expressão designativa de saudação, de cumprimento....


    comprido | adj.

    Mais longo que o preciso, o natural, ou o ordinário....


    exequível | adj. 2 g.

    Que pode ser executado ou cumprido....


    exato | adj.

    Certo; em que não há erro, omissão, fraude, etc....


    fedífrago | adj.

    Que quebra ou não cumpre um tratado ou uma aliança; que não executa um compromisso....


    fementido | adj.

    Que não cumpre a palavra....


    feperjuro | adj.

    Que não cumpre a palavra....


    inobservante | adj. 2 g.

    Que não observa, que não cumpre....


    inobservável | adj. 2 g.

    Que não se pode observar ou cumprir....


    Que não pode deixar de se fazer ou de ser cumprido....


    pio | adj.

    Inclinado à piedade....


    votivo | adj.

    Relativo a voto....


    ei | interj.

    Usado como forma de chamamento ou cumprimento....


    anauê | interj.

    Expressão designativa de saudação, de cumprimento. [Usada a partir de 1923 pelos escoteiros brasileiros e a partir de 1930 pela Ação Integralista Brasileira.]...


    Relativo a licitação (ex.: irregularidades licitatórias; deve cumprir os termos do edital em todas as fases do processo licitatório)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Acabo de reparar que nas Definições - Acordo Ortográfico de 1990 - Variedade do Português - distinguem-se duas Normas, uma Europeia e outra Brasileira. A minha pergunta é: Porque é que a norma utilizada em PORTUGAL é designada por norma europeia - que eu saiba não existe mais nenhum país na Europa cuja língua oficial seja o Português - quando a norma utilizada no Brasil é designada por norma brasileira e não sul americana?
    Vejo isso como uma descriminação em relação ao país onde nasceu a língua portuguesa. Já encontrei na internet entidades, que ganham dinheiro a ensinar a língua portuguesa, a afirmar que o português falado no Brasil é mais puro do que aquele que é falado em Portugal. Duvido que as entidades brasileiras aceitassem de braços caídos que a versão da língua portuguesa que eles falam fosse designada como Norma Sul Americana.