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    cuidei-os

    acurado | adj.

    Feito com muito cuidado e apuro....


    Que é feito à pressa e sem ordem....


    brunido | adj.

    Que se bruniu, que foi lustrado....


    engerocado | adj.

    Que está vestido de forma atabalhoada ou deselegante (ex.: moço engerocado)....


    estabanado | adj.

    Que tem pouco juízo ou pensa pouco nas consequências....


    Não aconselhado nem forçado; feito ou dito de livre vontade....


    estavanado | adj.

    Que tem pouco juízo ou pensa pouco nas consequências....


    frágil | adj. 2 g.

    Quebradiço....


    imprevidente | adj. 2 g.

    Que não teve cuidado, prudência ou previdência....


    modinho | adv.

    Devagar; com jeito....


    tate | interj.

    Expressão usada para pedir precaução em relação a algo....


    assistencial | adj. 2 g.

    Relativo a assistência (ex.: atividade assistencial; cuidados assistenciais)....


    descurado | adj.

    Que não está cuidado, que se descurou....


    -cómio | elem. de comp.

    Exprime a noção de hospital ou estabelecimento para internamento (ex.: manicómio)....


    desazado | adj.

    Que não tem cabimento ou não é oportuno....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Em português, há algum fenómeno especial com os advérbios em -mente quando vão seguidos numa frase (ou com uma conjunção no meio)? Tanto em espanhol como em catalão há um comportamento curioso, em que algum dos advérbios perde o -mente: Simple y llanamente (em espanhol, se há dois ou mais, só o último fica "completo"); Exclusivament i principal (em catalão, não é obrigatório mas, se acontece, só o último fica sem o -mente). Li que o francês e o italiano mantêm sempre o -mente. E em português?