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    CUIDARA-MOS

    acurado | adj.

    Feito com muito cuidado e apuro....


    Que é feito à pressa e sem ordem....


    brunido | adj.

    Que se bruniu, que foi lustrado....


    engerocado | adj.

    Que está vestido de forma atabalhoada ou deselegante (ex.: moço engerocado)....


    estabanado | adj.

    Que tem pouco juízo ou pensa pouco nas consequências....


    Não aconselhado nem forçado; feito ou dito de livre vontade....


    estavanado | adj.

    Que tem pouco juízo ou pensa pouco nas consequências....


    frágil | adj. 2 g.

    Quebradiço....


    imprevidente | adj. 2 g.

    Que não teve cuidado, prudência ou previdência....


    modinho | adv.

    Devagar; com jeito....


    tate | interj.

    Expressão usada para pedir precaução em relação a algo....


    assistencial | adj. 2 g.

    Relativo a assistência (ex.: atividade assistencial; cuidados assistenciais)....


    descurado | adj.

    Que não está cuidado, que se descurou....


    -cómio | elem. de comp.

    Exprime a noção de hospital ou estabelecimento para internamento (ex.: manicómio)....


    desazado | adj.

    Que não tem cabimento ou não é oportuno....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?