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    crepitavam-ta

    Calcinação de um sal até que não crepite....


    crepitação | n. f.

    Ruído do combustível que lança faúlhas....


    espirro | n. m.

    Movimento convulsivo dos músculos das vias respiratórias seguido de expulsão ruidosa do ar, em consequência de comichão ou excitação na membrana pituitária....


    estalido | n. m.

    Estalo agudo; crepitação; ruído do que estala; estridor....


    espirrar | v. tr. | v. intr.

    Expelir com a força do espirro....


    faular | v. tr. | v. intr.

    Lançar em forma de faúlas....


    faulhar | v. tr. | v. intr.

    Lançar em forma de faúlhas....


    gretar | v. tr., intr. e pron. | v. intr. e pron.

    Fazer greta em ou rasgar-se em gretas....


    quebrantar | v. tr. | v. tr., intr. e pron. | v. intr. e pron.

    Deitar abaixo ou partir em pedaços....


    respingar | v. tr., intr. e pron.

    Projetar ou receber pingos, salpicos ou borrifos (ex.: respingou a toalha; a água respingava; respingou-se de vinho)....


    quebrar | v. tr., intr. e pron. | v. tr. | v. tr. e pron. | v. tr. e intr. | v. intr. | v. pron. | n. m.

    Fazer ou fazer-se em pedaços; dividir ou dividir-se em partes, geralmente por ação de impacto ou violência (ex.: quebrou a tábua com um golpe de caraté; vaso ruim não quebra; a ponta do lápis quebra-se com facilidade)....


    crepitar | v. intr.

    Estalar como as faíscas que ressaltam da madeira incendiada, ou como o sal que se deita no fogo....


    estornicar | v. intr.

    Sair em jato ou em esguicho, geralmente por um tubo ou orifício....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?