Pesquisa nas Definições por:

    coutassem-mas

    devesa | n. f.

    Terreno coutado em que há árvores de rendimento e pastos....


    coitada | n. f.

    O mesmo que coutada....


    montaria | n. f.

    Ato de correr caça grossa, de caçar, fazendo convergir um animal para um ponto dado....


    monteiro | n. m. | adj.

    Guarda de montados, matas, coutados....


    pardo | adj. | n. m.

    De cor pouco definida, entre o amarelado, o acastanhado e o acinzentado (ex.: gata parda; papel pardo)....


    couto | n. m.

    Antiga medida de comprimento....


    coutada | n. f.

    Terra onde não se permite a caça por estar reservada para o proprietário....


    coutaria | n. f.

    Ofício de couteiro....


    couto | n. m.

    Terra coutada, privilegiada, defesa....


    souto | n. m.

    Bosque denso....


    vedado | adj. | n. m.

    Que se vedou....


    coitaria | n. f.

    O mesmo que coutaria....


    coito | n. m.

    Terra coutada, privilegiada, defesa....


    monteiro-mor | n. m.

    Oficial da casa real que superintendia nas caçadas e coutadas reais....


    acoitar | v. tr. | v. pron.

    Dar couto ou guarida a....


    acoutar | v. tr. e pron.

    O mesmo que acoitar....


    coitar | v. tr. | v. pron.

    Causar sofrimento ou aflição....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.