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    coubessem-lho

    descabido | adj.

    Que não tem cabimento ou razão de ser....


    desazado | adj.

    Que não tem cabimento ou não é oportuno....


    incabível | adj. 2 g.

    Que não tem cabimento ou razão de ser....


    cabível | adj. 2 g.

    Que tem cabimento....


    escolado | adj.

    Que tem esperteza ou experiência....


    Relativo a catedral (ex.: cabido catedralício, museu catedralício)....


    descabível | adj. 2 g.

    Que não tem cabimento ou razão de ser....


    A.E.I.O.U. | sigla

    Sigla da legenda simbólica da casa imperial da Áustria....


    arregaçada | n. f.

    Quantidade que cabe no regaço....


    chapeirada | n. f.

    Porção que pode caber num chapéu....


    cónega | n. f.

    Religiosa de cabido regular....


    cónego | n. m.

    Clérigo que pertence a um cabido....


    chávena | n. f.

    Recipiente com uma pega, onde se serve leite, chá ou qualquer outra bebida....


    pele | n. f.

    Membrana que forma a superfície externa do corpo dos animais....


    sabido | adj. | n. m. pl.

    Conhecido....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?