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    COSIA-AS

    sútil | adj. 2 g.

    Cosido ou costurado....


    cosido | adj.

    Que foi costurado....


    descosido | adj.

    Cuja costura foi desmanchada....


    basta | n. f.

    Cada um dos pontos (guita e rodela de pano ou fios de lã) que atravessam o colchão ou a almofada para reterem o enchimento....


    charneira | n. f.

    Peça composta por duas partes que ligam ao mesmo eixo, permitindo movimento em portas, janelas, tampas, abas de mesa, etc....


    dedal | n. m.

    Instrumento com que o dedo médio empurra a agulha de coser....


    empreita | n. f.

    Tira de esparto (que se cose com outras para formar esteiras e outros artefactos)....


    repuxo | n. m.

    Ação ou efeito de repuxar....


    sacola | n. f.

    Espécie de alforge ou saco de dois fundos que os frades mendicantes traziam aos ombros....


    sobrecostura | n. f.

    Costura sobre duas peças cosidas uma à outra....


    trapologia | n. f.

    Técnica para fazer peças a partir de pedaços de tecido de cores ou padrões diferentes, cosendo-os uns nos outros....


    anagrama | n. m.

    Palavra ou frase feita com as letras de outra (ex.: as palavras asco, caos, cosa, saco, soca são anagramas de caso)....


    atassim | n. m.

    Fio que cose as malhas da rede à tralha....


    sutura | n. f.

    Articulação dentada dos ossos do crânio e de alguns da face....


    mocassim | n. m.

    Sapato feito de pele cosida, característico dos índios norte-americanos....


    chuleado | adj. | n. m.

    Cuja orla foi ligeiramente cosida para não se desfiar; que se chuleou....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?