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    constarem-tas

    apregoado | adj.

    Tornado público por pregão; feito constar; que se apregoou....


    espondaico | adj.

    Diz-se do verso hexâmetro cujo quinto pé é espondeu, em vez de dáctilo....


    poliverbo | adj.

    Que tem ou consta de muitas palavras....


    Que consta em documento particular não legalmente autenticado....


    unipessoal | adj. 2 g.

    Relativo a uma só pessoa....


    monóstico | n. m. | adj.

    Epigrama ou inscrição num verso só....


    | n. f.

    Instrumento que consta de uma parte larga e achatada e de um cabo mais ou menos longo, que serve para diversos usos....


    trino | adj. | adj. n. m.

    Que consta de três....


    triásico | adj. | n. m.

    Relativo ao Trias ou Triásico....


    hexacorde | n. m.

    Instrumento de seis cordas....


    hexástico | adj. | n. m.

    Que consta de seis versos....


    menhir | n. m.

    Monumento megalítico que consta de uma pedra fixada verticalmente no solo....


    menir | n. m.

    Monumento megalítico que consta de uma pedra fixada verticalmente no solo....


    sexta | n. f.

    A hora sexta desde o nascer do sol, por volta do meio-dia....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?