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    considerariam

    Diz-se de fêmea que se tornou estéril, ainda que temporariamente....


    Que considera a criação como feita expressamente para o homem....


    bem-visto | adj.

    Que é considerado, estimado....


    benquisto | adj.

    Que é alvo de estima ou afeição....


    contranatural | adj. 2 g.

    Contrário à natureza ou ao que é considerado natural....


    cotado | adj.

    Que tem cotação na bolsa....


    criminável | adj. 2 g.

    Que se pode criminar ou considerar criminoso....


    donde | contr.

    Usa-se para indicar origem, proveniência (ex.: ouvíamos o cantar do galo, vindo não sabemos bem donde; donde era o vinho?)....


    espampanante | adj. 2 g.

    Que chama muito a atenção; que dá muito nas vistas....


    exponencial | adj. 2 g.

    Que tem expoentes ou é relativo a expoente (ex.: cálculo exponencial)....


    feminal | adj. 2 g.

    Relativo ao sexo feminino....


    feminil | adj. 2 g.

    Do sexo feminino ou a ele relativo....


    findo | adj.

    Que acabou....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?